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Imperatriz Leopoldinense: Enredo – ‘João e Marias’

24 January 2008

Enredo – ‘João e Marias’

Como toda história de príncipes e princesas costuma começar com era uma vez, assim também começaremos a nossa história…

Era uma vez, uma princesa chamada Maria Antônia. Nasceu na Áustria, numa família numerosa e estava destinada, naturalmente, como toda princesa a se casar com um príncipe. Maria Antonia foi a escolhida para ser a esposa do futuro rei de França, Louis XVI. Ao chegar a França, para as bodas, recebeu outro nome. Maria Antonia tornou-se Maria Antonieta. O jovem casal de governantes excede em gastos com a corte e a França passa por momentos conturbados tanto politicamente como financeiramente e rei e rainha são destronados pela Revolução Francesa. É um grande baque para as monarquias absolutistas da Europa.

Num país vizinho, Portugal, vivia outra rainha Maria, que recebeu ao nascer o nome de Maria Francisca Isabel Josefa Antonia Gertrudes Rita Joana. Casou-se com o tio e reinou de 1777 a 1816. Tendo ajudado e acolhido inúmeros nobres franceses perseguidos pela revolução francesa, e sabedora do destino de Maria Antonieta, esta Maria apavorada com o grande abalo sofrido pelo absolutismo, ficou ensandecida e viu-se obrigada a passar o poder a seu filho João. O abalo foi tão forte que até hoje é conhecida como D. Maria, a louca. Seu filho João, não havia sido criado para assumir o papel de rei, mas como sei irmão mais velho faleceu, e sua mãe não podia mais governar, assumiu o cargo de príncipe regente.

Enquanto isso na França, sobe ao poder um homem, que apesar de não ser de família nobre era entretando muito ambicioso – Napoleão Bonaparte. Ele dirige o país a partir de 1799, e se torna Imperador de França em 1804. Seu sonho era se tornar o mais poderoso monarca de Europa e portanto, precisava expandir seus domínios. Era um grande estrategista e conseguia vitórias e conquistas, ampliando o território. Nada mais interessante que a península ibérica. Assim, decide invadir Portugal.

D. João, apoiado pelos ingleses, viu que a única saída plausível para não ser humilhado por Napoleão, era partir para a América do Sul, mais precisamente para o Brasil. Quem iria nesta aventura? O Príncipe regente aconselha-se com a mãe, que apesar de ter momentos de insanidade, responde muito sensatamente ao seu filho: “Ou vão-se todos ou ficam todos”.

Pois vão-se todos, decide D. João. Numa correria nunca vista, preparam-se os fidalgos para uma viagem inesperada. Uma espécie de fuga em massa, que frusta os desejos de Napoleão, que ordena a invasão. Há dúvidas quanto ao número de fidalgos que bateram em retirada. Seriam cinco mil, dez mil, quatro mil e quinhentos? O fato é que saíram de Portugal tendo como destino o Brasil. E assim, veio a família real, o pai, a mãe, D. Carlota e os filhos Pedro e Miguel e mais as infantas D. Maria Teresa, Maria Isabel, Maria Francisca, Maria da Assunção, Isabel Maria e Ana de Jesus Maria.

No Brasil, o governo de D. João VI tomou medidas que se impunhavam, para manter a colônia: liberação da atividade industrial, autonomia administrativa, permissão de ter imprensa; fundação da Academia Militar, da Marinha e de um hospital militar, criação de um fábrica de pólvora no Rio de Janeiro, do ensino superior, do Jardim Botânico e da Biblioteca Real, da Academia de Belas Artes e do Banco do Brasil. Quem ajudava o pai a despachar era a infanta D. Maria Teresa.

O tempo passou, duas sobrinas de Maria Antonieta, se casaram com pretendentes diametralmente opostos. Maria Luisa Leopoldina Francisca Teresa Josefa casou-se com Napoleão, porque Josefina, sua primeira mulher não lhe dera herdeiros, e sua irmã, Maria Leopoldina Josefa Carolina, casou-se com D. Pedro, filho de D. João. Duas irmãs e dois destinos opostos, pois que D. João e Napoleão continuavam inimigos. Napoleão acaba deposto, mas D. Pedro torna-se imperador do Brasil e Leopoldina, sua primeira imperatriz.

Ambos foram homenageados, entre outra coisas, “D. Maria Leopoldina virou trem e D. Pedro é uma estação também”. O trem é o que passa em Ramos, e que deu nome a nossa escola Imperatriz Leopoldinense, onde imperam Joãos e Marias deste mundo de Deus.

Rosa Magalhães (Carnavalesca)

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Água berço da vida Terra mãe-natureza Depois da explosão Que dizimou os animais Origem do petróleo e do gás Surgiu na Pérsia,bem usado no Japão "Fogo eterno" adoração Desprezado na Europa, Nova Iorque iluminou No Brasil,medo e deslumbramento O gás é natural,é nosso dia-dia É energia,desenvolvimento Com todo gás vou te dar amor Com muito amor vem me dar paixão É tão brilhante essa chama que clareia Incendeia o meu coração (Diz a lenda) Lindo!!! Como se fosse a primavera O guardião da vida "pai-mãe-terra" No ritual Araueté Repousa no lago senhor,exala o perfume da flor Na aldeia a paz do luar Pássaros cantando, borboletas pelo ar Então vamos cuidar, pra não se acabar Em Urucu o amanhã é um novo dia Onde o Brasil vai estudar! Se formar e ensinar Ecologia!! Grande Rio vem cantar!! Minha escola é o gás da Sapucaí Se a lição é preservar Meu grito é verde, Amazonas Coari.

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Thatiana Pagung .

Mangueira by Carnaval on January 24th, 2008
Ficha Presidente: Percival Pires Presidente de Honra: José Bispo dos Santos, Jamelão Carnavalesco: Max Lopes Diretor de Harmonia: Olivério Ferreira (Xangô) Mestre de Bateria: Ivo Meirelles Rainha de Bateria: Preta Gil Comissão de Frente: Carlinhos de Jesus Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Marquinhos e Giovana Quadra: Rua Visconde de Niterói 1072, Mangueira.


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