Historia Viradouro
24 January 2008História
Fundado em 24 de junho de 1946, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos do Viradouro manteve-se restrito aos desfiles de Niterói por 39 anos (1947 a 1985). Nesse período, veio ao Rio de Janeiro algumas vezes (64 e 65). Campeã niteroiense por 18 vezes, a Viradouro resolveu tentar sua sorte de vez no Rio em 86. Fez bons desfiles nos grupos inferiores e chegou ao Especial já em 91.
Com uma homenagem a Dercy Gonçalves (Bravo, bravíssimo), a escola surpreendeu e chegou em 7º lugar, à frente de Mangueira e Vila, no ano em que o Império Serrano foi rebaixado. Foi um desfile muito bonito, e a homenageada desfilou no alto de um carro, ao lado de seu médico, com os seios de fora.
Em 92, com o enredo A magia da sorte chegou, a Viradouro não contou muito com a sorte em seu desfile. A escola fazia uma boa apresentação, com Max Lopes contando a história dos ciganos. Mas um dos mais belos carros daquele carnaval, que retratava a Sibéria e trazia vários huskys siberianos, pegou fogo e o incêndio se tornou incontrolável.
Os bombeiros tiveram que entrar no meio do desfile para tentar conter as labaredas. As alas tiveram que se espremer na Avenida para dar passagem ao carro do Corpo de Bombeiros; enquanto isso, um imenso rastro de fumaça preta cobria a Sapucaí.
Felizmente, os destaques e demais componentes da alegoria foram retirados a tempo e ninguém se feriu. O mais comovente foi ver o resto da escola continuar seu desfile, sem parar de cantar.
Por fim, a Viradouro se atrasou e perdeu 13 pontos na cronometragem, já que estourou o tempo. Foram esses pontos perdidos que levaram a escola ao 9º lugar; caso não tivesse sido punida, a escola chegaria em 3º lugar, em seu segundo ano no Grupo Especial.
Max Lopes ainda se manteve na escola em 93, mas em 94 a Viradouro traria Joãosinho Trinta, que se afastara da Beija-Flor havia dois anos. Logo em sua estréia, o carnavalesco obteve um ótimo 3º lugar. Depois, errou a mão por dois anos, chegando na 8ª e na 13ª posição.
E então veio o grande desfile da escola, em 97. Saindo de um péssimo desfile em 96, quando quase foi rebaixada, a escola tinha o projeto de conseguir chegar ao Desfile das Campeãs. Mas o resultado final foi mais generoso e deu o primeiro título à escola de Niterói.
Com Trevas, luz, a explosão do Universo, a Viradouro levou para a Avenida um bonito jogo de cores, contrastando o preto e o branco, o claro e o escuro. Desde então, a Viradouro vem fazendo bons desfiles, conseguindo sempre chegar ao Desfile das Campeãs.
Carnaval
Samba Enredo Salgueiro by Carnaval on January 28th, 2008
Compositores:
Dudu Botelho, Marcelo Motta, Josemar Manfredini, João Conga e Luiz Pião
Canta meu Salgueiro!
Um "Rio de Amor" vai desaguar
Meus versos vêm no "Tom" da Poesia
Da beleza que irradia
E fez o lusitano se encantar
Paraíso de riquezas naturais
Coração do meu país
Seduzindo a nobreza
Terra de gente Feliz
Chega a família Real
Dando um charme especial
O Porto Agita a praça Mauá
Onde a semente do samba se fez brotar
Eu sou o Rei da Boemia
Carioca, sou da Lapa, Patrimônio cultural
E me banhei de alegria, tiro onda, dou meu jeito
Minha Vida é um carnaval
Divina obra-prima pra se admirar
Entre morros e ladeiras
A brisa embala as ondas do mar
Essa gente tão cheia de graça
O turista que leva saudade
E o redentor abençoando
Maravilhosa Cidade
O Suburbano improvisando muito bem
Vai batucando na lotada ou no trem
E deixa o sol bronzear
No calor do meu Salgueiro
Eu sou raiz desse chão
E canto a minha emoção
Salve o Rio de janeiro.
Samba Enredo Portela by Carnaval on January 28th, 2008
Segue os passos do criador
Vai minha Águia Gerreira
Leva essa mensagem de amor
De Oswaldo Cruz e Madureira
Água, fonte eterna da vida
Terra, templo da evolução
O homem surgiu, brincou de criar
Descobriu tanta riqueza
É preciso progredir sem destruir
Viver em comunhão com a natureza
É o rio que corre a caminho do mar
A flor que se abre na primavera
Do ventre a esperança que vem renovar
O sonho de uma nova era
É hora de darmos aos mãos
Lutarmos pro mundo mudar
O líder de cada nação
Precisa parar pra pensar
A palavra é união
Pra reconstruir o nosso lar
Brasil, teu verde é o símbolo da vida
Renova a tua energia
Meu coração é o meu país
O sol vai brilhar pra anunciar
Um futuro mais feliz
Eu sou a água, sou a terra, sou o ar
Sou Portela
Um sonho real, um grito de alerta
A natureza que encanta a passarela.
Juliana Alves by Carnaval on March 5th, 2008
Juliana Alves
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Resultado oficial do desfile das escolas de samba no Rio by Carnaval on February 17th, 2010
1º lugar - Unidos da Tijuca
2º lugar - Grande Rio
3º lugar - Beija-Flor
4º lugar - Vila Isabel
5º lugar - Salgueiro
6º lugar - Mangueira
7º lugar - Mocidade Independente
8º lugar - Imperatriz Leopoldinense
9º lugar - Portela
10º lugar - Porto da Pedra
11º lugar - União da ilha
12º lugar - Viradouro.
Enredo Vila Isabel by Carnaval on January 24th, 2008
Enredo: Trabalhadores do Brasil
O Brasil, outrora conhecido como Pindorama, foi o paraíso descoberto nos trópicos, terra de fartura, habitada pelos índios.
Musas do Caldeirão by Carnaval on January 31st, 2008
Aline - Porto da Pedra
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Mocidade Independente by Carnaval on January 24th, 2008
Mocidade Independente Ficha
Presidente: Paulo Vianna
Carnavalesco: Cid Carvalho
Diretor de Desfile: Douglas da Lapa
Mestre de Bateria: Jonas
Rainha de Bateria: Tathiana Pagung
Intérprete: Bruno Ribas
Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Rogerinho e Marcella Alves
Quadra: Rua Cel.
Samba Enredo Mangueira by Carnaval on January 28th, 2008
Ao som de clarins
Descendo a ladeira
Sou Mangueira
Tem frevo no samba,
deu nó na madeira
orgulho da cultura brasileira
A majestade é o povo,
sem o povo história não há
estende o brasão, reflete o leão,
símbolo de garra e união
Capoeira invade os salões
Mascarados, despertam Dragões
E pelas ruas, vem Zé Pereira,
Arrastando a multidão
Nascia o frevo contagiando toda a massa
E até hoje tem colombina e seus amores
Passo no bloco das flores
O profano é sagrado no maracatu
Nos cem anos de história, desperto a alvorada
Brincando no Galo da Madrugada
Invade a cabeça, o corpo, embala os pés
Delírio da massa, um fervo!
É a Mangueira no passo do frevo
Voltei de sombrinha na mão.
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