Historia Salgueiro
24 January 2008História
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro foi fundado em 5 de março de 1953, como resultado da fusão de duas escolas do Morro: Depois eu Digo e Azul e Branco. Na fundação, estavam nomes como Djalma Sabiá, Paulino de Oliveira, Geraldo Babão, Neca da Baiana, Noel Rosa de Oliveira e Pedro Ceciliano.
A escola nasceu sob a égide de Academia do Samba, lema que carrega até hoje: “Salgueiro, minha paixão, minha raiz, Academia do Samba que me faz feliz”, costumam cantar os componentes da escola. Outro lema que o Salgueiro carrega com muito orgulho é “Nem melhor nem pior, apenas uma escola diferente”.
Seguindo à risca esses dizeres, o Salgueiro se caracterizou por ser uma escola inovadora. Foi o Salgueiro, por exemplo, quem primeiro aboliu as cordas laterais em seus desfiles, em 59, aumentando o contato dos componentes com o público.
Além disso, provando seu pioneirismo, foi a primeira escola de samba a aceitar mulheres na bateria e a promover queima de fogos na Praça da Apoteose. Em seus enredos, a marca do novo sempre esteve presente: já homenageou uma outra escola (a madrinha Mangueira) e um carnavalesco (Fernando Pamplona).
A partir do fim da década de 50 e início da década de 60, o Salgueiro começou a transformar a maneira de se fazer enredos de escola de samba. A primeira atitude da escola foi contar as “histórias e os personagens não oficias” do Brasil, como Xica da Silva, Chico-Rei, Zumbi dos Palmares, entre outros.
Numa época em que todos os enredos, ou pelo menos a grande maioria deles, eram subordinados à ótica do Estado Novo, o Salgueiro trouxe temas que falavam sobre liberdade e principalmente mostrava ao povo a história e cultura dos negros, fazendo com que figuras desconhecidas do público se tornassem verdadeiros mitos.
Uma outra e importante contribuição dada pelo Salgueiro à história do desfile das escolas de samba se deu nos anos de 74 e 75, quando a escola foi bicampeã do carnaval. Sob o comando de Joãosinho Trinta, o Salgueiro introduziu uma nova maneira de se contar histórias no carnaval.
Com o Rei de França na Ilha da Assombração, Joãosinho trouxe o onírico, o sonho e o surrealismo para o carnaval. Neste enredo, foi contada a história do Rei Luis XIII que, ainda menino, imaginou um reino de França no Maranhão.
Este foi o ponto de partida para o Salgueiro contar as lendas que as pretas velhas contavam em São Luís do Maranhão. Estava criada uma nova maneira de se contar um enredo na Avenida.
Na década de 60, o Salgueiro fez o que se considerou uma grande revolução na estética dos desfiles. Com enredos como Xica da Silva, Chico-Rei e Bahia de Todos os Deuses, a escola começava a mostrar uma preocupação com a plasticidade dos elementos que seria a tônica do carnaval na década de 90.
À frente dos carnavais salgueirenses, estavam profissionais com formação na Escola de Belas Artes. Neste item, o Salgueiro está muito bem servido: já passaram pela escola tijucana nomes como Arlindo Rodrigues, Fernando Pamplona, Joãozinho Trinta, Maria Augusta, Rosa Magalhães e Renato Lage.
Em meados dos anos 70, um grande racha na escola provocou uma debandada geral de componentes de diversos setores da agremiação que foram, principalmente, para a Beija-Flor, que viu nascer aí sua fase vitoriosa.
Nos seus 50 desfiles, o Salgueiro já foi campeão oito vezes. Amargou um grande jejum entre 76 e 93, quando ganhou seu último carnaval, com Peguei um Ita no Norte. Foi um dos melhores carnavais dos anos 90, levantando a Sapucaí. Em 2003, festejando seus cinquenta anos de vida, o Salgueiro ficou apenas com a sétima colocação.
Carnaval
Beija-Flor by Carnaval on January 24th, 2008
Ficha técnica
Presidente: Farid Abrão David
Presidente de Honra: Aniz Abrahão David
Diretor de Carnaval e Harmonia: Laíla
Carnavalesco: Comissão de Carnaval (Alexandre Louzada, Laíla, Bira, Shangai e Fran-Sérgio)
Mestres de Bateria: Paulinho
Rainha de Bateria: Rayssa Oliveira
Comissão de Frente: Gislaine Cavalcanti
Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Claudinho e Selminha Sorriso
Quadra: Rua Pracinha Wallace Paes Leme 1025, Nilópolis.
Enredo - "O clemente João VI no Rio: a redescoberta do Brasil..." by Carnaval on January 24th, 2008
São Clemente Enredo - "O clemente João VI no Rio: a redescoberta do Brasil.
Luciana Gimenez fica de fora do Carnaval 2008 by Carnaval on December 19th, 2007
Em 2008 Luciana Gimenez não quer nem saber de Carnaval.
Samba Enredo Grande Rio by Carnaval on January 28th, 2008
Água berço da vida
Terra mãe-natureza
Depois da explosão
Que dizimou os animais
Origem do petróleo e do gás
Surgiu na Pérsia,bem usado no Japão
"Fogo eterno" adoração
Desprezado na Europa, Nova Iorque iluminou
No Brasil,medo e deslumbramento
O gás é natural,é nosso dia-dia
É energia,desenvolvimento
Com todo gás vou te dar amor
Com muito amor vem me dar paixão
É tão brilhante essa chama que clareia
Incendeia o meu coração
(Diz a lenda)
Lindo!!!
Como se fosse a primavera
O guardião da vida "pai-mãe-terra"
No ritual Araueté
Repousa no lago senhor,exala o perfume da flor
Na aldeia a paz do luar
Pássaros cantando, borboletas pelo ar
Então vamos cuidar, pra não se acabar
Em Urucu o amanhã é um novo dia
Onde o Brasil vai estudar!
Se formar e ensinar
Ecologia!!
Grande Rio vem cantar!!
Minha escola é o gás da Sapucaí
Se a lição é preservar
Meu grito é verde, Amazonas Coari.
Thatiana Pagung Musa do Carnaval by Carnaval on January 31st, 2008
Thatiana Pagung
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Porto da Pedra by Carnaval on January 24th, 2008
Ficha
Presidente: Uberlan Jorge de Oliveira
Carnavalesco: Mário Borrielo
Mestre de Bateria: Louro
Rainha de Bateria: Elaine Ribeiro
Comissão de Frente: Roberto Lima
Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Toninho e Patrícia Gomes
Intérprete: Luizinho Andanças
Quadra: Rua Lúcio Tomé Feteira 290, São Gonçalo.
Fotos: Juliana Alves e Debora Nascimento musas do carnaval by Carnaval on January 31st, 2008
Débora Nascimento
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Luiza Brunet by Carnaval on January 31st, 2008
Luiza Brunet
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