Enredo Unidos da Tijuca
24 January 2008Enredo – Vou juntando o que eu quiser, minha mania vale ouro. Sou Tijuca, trago a arte colecionando o meu tesouro
Hoje a Tijuca, vestida de Indiana Jones, famoso arqueólogo do cinema, monta uma grande exposição a céu aberto para mostrar a antiga mania do ser humano de guardar objetos diversos. Em qualquer idade ou lugar, sempre tem alguém colecionando algo, dos objetos mais baratos aos mais caros, dos comuns aos mais raros. Todo colecionador tem sua coleção como uma relíquia, como um verdadeiro tesouro particular, cujo valor vai além do financeiro. Esquisitice ou passatempo, colecionar pode também ser a melhor maneira de preservarmos nossa história para gerações futuras.
A partir de pessoas que dedicaram suas vidas a preservar, de quinquilharias aos mais relevantes objetos de arte, museus foram fundados, permitindo que toda a sociedade tivesse acesso ao conhecimento, à história, à pesquisa e à memória de nossa civilização.
O pavão, símbolo maior de nossa agremiação e objeto colecionado por muitos tijucanos, vem à frente da escola fazendo a ABERTURA da grande exposição que passará pela Sapucaí.
Nessa divertida visita guiada por Indianas tijucanos às nossas galerias, será mostrado ao público da Sapucaí que qualquer objeto colecionado tem seu valor. Todos perceberão que de uma simples coleção de canetas, uma entre tantas poderia ter pertencido a uma personalidade e ter participado de um importante fato histórico, como também um sapato plataforma pode remeter, por exemplo, ao fascínio de Carmem Miranda por esse acessório. Nas cozinhas, são comuns pingüins e ímãs de geladeira. Outros objetos desse acervo guardam um valor sentimental do colecionador. A mania de colecionar vale ouro, pois todos fazem de sua coleção o seu tesouro. Assim, esta PRIMEIRA GALERIA de nossa exposição fica reservada a uma diversidade de objetos que trazem consigo referências históricas, biográficas e estéticas.
Quem nunca colecionou alguma coisa quando criança? Brincadeira ou mania, não importa. Das figurinhas aos brinquedos mais diversos, a criança forma seu tesouro particular que faz parte de um mundo de fantasia. Em nossa SEGUNDA GALERIA, vamos admirar referências do mundo infantil que preservamos e passamos para nossos filhos. Há séculos colecionamos bonecas que estão no imaginário de meninas de todo o mundo, feitas de pano, de porcelana, de plástico, até as modernas. Os sonhos dos meninos serão mostrados em brinquedos que projetam uma realização da vida adulta, representados por soldadinhos de chumbo e por carrinhos em miniatura.
Símbolos místicos de nosso imaginário surgem em nossa TERCEIRA GALERIA. Cercados de superstições, buscamos neles proteção para os obstáculos da vida. Se ter um Buda é bom, imagine uma coleção deles! Muitas dessas peças podem servir de amuleto, conforme a energia que emana delas. Com o mundo cada vez mais desigual, em busca de algum conforto, muita gente costuma colecionar artefatos relacionados ao espírito e a um universo mágico. Corujas, gnomos e fadas pulam das florestas e povoam estantes, mesas ou qualquer cantinho de nossas casas para nos proteger.
Quanto mais antigo melhor, peças raras ganham valor com o passar do tempo, já que antiguidade é posto. Por vezes, perdidas em um quarto abarrotado de tranqueiras, bugigangas, tralhas, quinquilharias e cacarecos herdados de nossos antepassados, podemos encontrar uma peça rara, que depois de uma avaliação, deixa simplesmente de ter um valor sentimental para contar a história de uma época, passando a ter valor também econômico. Um antiquário é a nossa QUARTA GALERIA, porque é nele que vários objetos de arte, ou mesmo curiosas peças, que constituem pistas sobre os costumes de uma civilização, são comercializados, seja através de vendas individuais ou por disputados leilões. Por estes objetos, podemos conhecer a evolução social, política e econômica do mundo através das peças raras que compõem os antiquários. Por aqui passam candelabros, cadeiras, moedas antigas, porcelanas, dentre tantos outros, que fazem a festa dos aficcionados por elementos do passado. Um mundo de raridades que torna este local um ótimo lugar para uma verdadeira caça ao tesouro.
De um simples passatempo, alcançamos a importância de se guardar informação. Passamos a não colecionar só objetos, mas também outros elementos transmissores de conhecimento. Animais, plantas e escritos são mantidos em espaços públicos, criando uma nova modalidade de coleções. Institutos de pesquisas oferecem a todos não somente a oportunidade de admirar, como também poder estudar nosso mundo e tudo que nos cerca. O Jardim Botânico do Rio preserva para a posteridade coleções de plantas e flores do mundo inteiro que nos enchem os olhos. O zoológico mostra a todos como é a fauna do planeta em um simples passeio de domingo; e as bibliotecas guardam nossos mapas, documentos e edições que engrandecem nossos estudos, nossas pesquisas e a cultura. Deste vasto mundo do saber, surge nossa QUINTA GALERIA.
Chegando à nossa SEXTA GALERIA, encontramos toda forma de arte constituída pelas mãos da elite de grandes colecionadores, preservada como em uma cápsula do tempo. Da opulência da aristocracia, em residências reais, por doações, surgiram os grandes museus por todo o mundo, para que todos possam admirar a arte e conhecer seus criadores através delas. Do nosso museu do índio, que guarda a arte primitiva de nossos ancestrais, aos grandiosos espaços do Louvre, que exibe tantas obras entre quadros e esculturas de mestres que contam a história da arte universal, todos são instituições que guardam nosso patrimônio cultural.
Assim, quando encontrarmos alguém que tenha essa mania de guardar, valorizar algum tipo de peça e artefato ou mesmo um documento antigo, devemos ter a consciência de que o lixo de um pode ser o tesouro de outro.
Com o simples ato de colecionar, de certa forma, tal qual o Indiana Jones do cinema, com suas peripécias à procura de valiosos artefatos para coleções museológicas, também nos tornamos desbravadores, enfrentamos desafios em aventuras para adquirir as preciosas peças do nosso acervo, do nosso tesouro particular.
Sinopse: Luiz Carlos Bruno – Carnavalesco e Julio César Farias – Pesquisador e Escritor
Carnaval
Sambas de enredo das escolas do Rio em 2008 vão de imigração ao frevo by Carnaval on December 19th, 2007
As escolas de samba do Rio acabaram, de certo modo, mostrando o caminho das pedras para as irmãs paulistanas no quesito fonográfico.
Samba Enredo Mangueira by Carnaval on January 28th, 2008
Ao som de clarins
Descendo a ladeira
Sou Mangueira
Tem frevo no samba,
deu nó na madeira
orgulho da cultura brasileira
A majestade é o povo,
sem o povo história não há
estende o brasão, reflete o leão,
símbolo de garra e união
Capoeira invade os salões
Mascarados, despertam Dragões
E pelas ruas, vem Zé Pereira,
Arrastando a multidão
Nascia o frevo contagiando toda a massa
E até hoje tem colombina e seus amores
Passo no bloco das flores
O profano é sagrado no maracatu
Nos cem anos de história, desperto a alvorada
Brincando no Galo da Madrugada
Invade a cabeça, o corpo, embala os pés
Delírio da massa, um fervo!
É a Mangueira no passo do frevo
Voltei de sombrinha na mão.
Sabrina Sato musa do Carnaval by Carnaval on January 31st, 2008
Sabrina Sato
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Samba Enredo Salgueiro by Carnaval on January 28th, 2008
Compositores:
Dudu Botelho, Marcelo Motta, Josemar Manfredini, João Conga e Luiz Pião
Canta meu Salgueiro!
Um "Rio de Amor" vai desaguar
Meus versos vêm no "Tom" da Poesia
Da beleza que irradia
E fez o lusitano se encantar
Paraíso de riquezas naturais
Coração do meu país
Seduzindo a nobreza
Terra de gente Feliz
Chega a família Real
Dando um charme especial
O Porto Agita a praça Mauá
Onde a semente do samba se fez brotar
Eu sou o Rei da Boemia
Carioca, sou da Lapa, Patrimônio cultural
E me banhei de alegria, tiro onda, dou meu jeito
Minha Vida é um carnaval
Divina obra-prima pra se admirar
Entre morros e ladeiras
A brisa embala as ondas do mar
Essa gente tão cheia de graça
O turista que leva saudade
E o redentor abençoando
Maravilhosa Cidade
O Suburbano improvisando muito bem
Vai batucando na lotada ou no trem
E deixa o sol bronzear
No calor do meu Salgueiro
Eu sou raiz desse chão
E canto a minha emoção
Salve o Rio de janeiro.
Samba enredo Portela 2009 by Carnaval on January 8th, 2009
E POR FALAR EM AMOR.
Rachel Blanc Fotos Carnaval by Carnaval on March 5th, 2008
Rachel Blanc
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Historia Salgueiro by Carnaval on January 24th, 2008
História
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro foi fundado em 5 de março de 1953, como resultado da fusão de duas escolas do Morro: Depois eu Digo e Azul e Branco.
Finalistas do concurso de Rainha do Carnaval 2009 serão conhecidas na sexta-feira by Carnaval on September 11th, 2008
RIO - As 12 finalistas do concurso Rainha do Carnaval 2009 serão escolhidas na sexta-feira, às 18h, no ginásio do Sambódromo (em frente ao setor 3).
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